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04/04/2018 Ciclo ambiental polimérico: produzindo materiais cristalinos para resolução de problemas ambientais

Perfil Finalista Intel ISEF 2018 (International Science and Engineering Fair), de 13 a 18 de Maio, em Pittsburgh, EUA

Escola: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará - Campus Limoeiro do Norte
Orientador: Phylippe Gomes de Lima Santos
Coorientador: Helyson Lucas Bezerra Braz
Nomes: Myllena Cristyna Braz da Silva (19)
Estado: Limoeiro do Norte - CE
Motivação: O interesse surgiu após ver o poder que a minha área tem de resolver os grandes problemas da sociedade, especialmente na área da saúde.

Sem título

Resumo Extraído dos Anais da FEBRACE 2018

Este trabalho de pesquisa visa a resolver dois problemas distintos. O primeiro é a não reciclagem completa do poliestireno expandido, que devido à demora de sua decomposição, acaba provocando problemas ao contato com meio ambiente, como: entupimentos em bueiros (causando enchentes), grandes volumes ocupados em aterros e lixões e além de levar 150 anos para se decompor. O segundo problema mostra que o derramamento de petróleo nos mares é avaliado como uma catástrofe ambiental que afeta a vida marinha e seus ciclos ambientais. Também é verificado a falta de bons equipamentos de remoção de petróleo no mar, que são normalmente originadas pelo derramamento acidental e pela técnica água de lastro. Observando isso, o objetivo desse trabalho foi desenvolver novas aplicações para o isopor em um ciclo ambiental polimérico, transformando o poliestireno expandido em materiais cristalinos capazes de diminuir a poluição marítima por petróleo. Na primeira parte da metodologia, foi produzido um cristal de estrutura lisa a partir do PEX que pode repelir líquidos apolares em 94,5% em diferentes ângulos. Sugere-se a utilização desse material para revestimento de tanques e tubos de transporte de petróleo e derivados. Na segunda parte, em reação da membrana obtida do PEX com cloreto de amônio, obteve-se um cristal poroso, que quando revestido com o polipropileno pode adsorver 82% do petróleo em água e o líquido adsorvido pôde ser recuperado com destilação simples. Em testes, os cristais foram degradados em 3-4 meses com a utilização de Pseudomanas putida e o resíduo gerado pela bactéria pode ser transformado em poliestireno por polimerização, assim formando um ciclo do polímero. Conclui-se que esses novos produtos a partir do poliestireno expandido, representam uma nova alternativa para resolver problemas ambientais, econômicos e sociais. Os produtos desenvolvidos são 56 vezes mais eficientes e 120 vezes mais econômicos que os métodos utilizados atualmente.

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