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Press releases

2009

  • 03/07/2019
    JOVENS CIENTISTAS PREMIADOS NA INTEL ISEF SÃO HOMENAGEADOS POR MARCOS PONTES
    • O Ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Sr. Marcos Pontes, reconhece o talento dos jovens cientistas em Encontro no MCTIC.

      Audiência no MCTIC (03/07/2019) Brasília, 3 de julho de 2019 – O Ministro Marcos Pontes recebe no Ministério os estudantes Bruna, Ekarinny, João Pedro, Juliana, Maria Helena e Muriel e seus professores orientadores, premiados na Intel ISEF – International Science and Engineering Fair, que aconteceu de 12 a 17 de maio de 2019, em Phoenix, Arizona. Participa da homenagem o Sr. Willian Popp, Encarregado de Negócios da Embaixada dos EUA no Brasil.

      Durante o encontro os estudantes tiveram a oportunidade de falar sobre suas pesquisas em diversas áreas das ciências, que desenvolveram ainda no ensino médio, e mostrar ao Ministro a importância do movimento de feiras de ciências para a melhoria da educação brasileira.

      Estes estudantes conquistaram na feira internacional, o 1o lugar em Materials Science (Juliana Davoglio Estradioto – IF, Osório – RS), 3o lugar em Plant Science (João Pedro Silvestre Armani – Colégio Gabriela Mistral, Palotina – PR), 4o lugar em Translational Medical Science (Ekarinny Myrela Brito de Medeiros, EE Prof. Hermógenes Nogueira da Costa – Mossoró, RN), 4o lugar em Biochemistry (Muriel Schiling Krohn e Maria Helena Ferreira, Fundação Liberato Souza Vieira da Cunha, Novo Hamburgo - RN), além de mais quatro prêmios especiais (vide abaixo).

      Os estudantes premiados fizeram parte da Delegação Brasileira, composta por 25 estudantes que apresentaram 18 projetos na Intel ISEF, selecionados pela FEBRACE – Feira Brasileira de Ciências e Engenharia e pela MOSTRATEC, ambas as feiras de abrangência nacional contempladas na chamada pública CNPq/MEC/MCTIC/SEPED no. 27/2018 – Feiras de Ciências e Mostras Científicas. Para participação na Intel ISEF os estudantes contaram com o apoio da Intel Foundation, da Embaixada dos EUA no Brasil e outras instituições parceiras para custear credenciais, passagens aéreas, traslados terrestres, hospedagem e alimentação. Alguns professores orientadores conseguiram apoio das instituições de ensino às quais estão vinculados e três deles, vinculados a Institutos Federais, receberam apoio do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações - MCTIC.

      A ISEF é realizada desde 1950 e já revelou milhares de talentos em Ciências e Engenharia, faz parte de um programa da Society for Science & the Public (http://www.societyforscience.org/), e acredita que o avanço da ciência e da engenharia é a chave para resolver os desafios globais.

      É uma competição baseada no talento demonstrado e na qualidade dos projetos e pesquisas desenvolvidos por estudantes de todo o mundo que ainda não chegaram ao ensino superior. O principal objetivo é apresentar as conquistas que os jovens cientistas alcançaram nas ciências, tecnologia, engenharia e matemática e encorajar mais jovens a abraçar essas áreas da pesquisa.

      Atendimento à Imprensa: Elena Saggio, elena@lsi.usp.br, 11 3091.4248, 11 98111.4487 Acompanhe a FEBRACE: www.febrace.org.br https://www.facebook.com/febrace https://www.flickr.com/photos/febrace/albums/72157678207469407

      PREMIAÇÃO DA DELEGAÇÃO BRASILEIRA NA INTEL ISEF 2019

      Primeiro lugar em Materials Science – Prêmio de US$3.000 dólares Juliana Davoglio Estradioto (18) Projeto: CATCHPOOH: aproveitamento de resíduos para biossíntese de celulose e confecção de embalagem Escola: IFRS - Campus Osório, Osório - RS (Credenciada pela FEBRACE)

      Terceiro lugar em Plant Sciences – Prêmio de US$1.000 dólares João Pedro Silvestre Armani (16) Projeto: Revestimentos comestíveis na pós-colheita de laranjas Escola: Colégio Gabriela Mistral, Palotina - PR (Credenciado pela FEBRACE)

      Quarto lugar em Biochemistry – Prêmio de US$500 dólares Bolsa de Estudos da ASU (Universidade Estadual do Arizona) renovável por até quatro anos. Muriel Schiling Krohn (19) e Maria Helena Ferreira (19) Projeto: Estudo e caracterização da atividade antimicrobiana do estigma do milho (Zea mays) Escola: Fundação Liberato Souza Vieira da Cunha, Novo Hamburgo - RS (Credenciadas pela MOSTRATEC)

      Quarto lugar em Translational Medical Science – Prêmio de US$500 dólares Primeiro lugar da Patent and Trademark Office Society - prêmio de US$500 dólares Ekarinny Myrela Brito de Medeiros (18) Projeto: Desenvolvimento de cateter bioativo proveniente do aproveitamento do líquido da castanha do caju (Anacardium Occidentale) como alternativa na prevenção de infecção sistêmica. Escola: EE Prof. Hermógenes Nogueira da Costa, Mossoró - RN (Credenciada pela FEBRACE)

      Primeiro lugar da Patent and Trademark Office Society - prêmio de US$500 dólares Prêmio de Machine Learning em Aplicações de Bioengenharia do Mundo Real do King Abdul-Aziz & his Companions Foundation for Giftedness and Creativity - prêmio de US$1500 dólares. Bruna da Silva Cruz (19) Projeto: Fast Braille - Impressora com múltiplas funções para auxiliar a escrita de deficientes visuais II Escola: Fundação Liberato Souza Vieira da Cunha, Novo Hamburgo - RS (Credenciada pela MOSTRATEC)

  • 20/05/2019
    Jovens Cientistas Brasileiros Mostram Criatividade e Inovação na INTEL ISEF 2019
    • A nova geração de inovadores comemora a conquista de 8 prêmios na feira internacional de ciências e engenharia, em Phoenix, EUA.

      Grand Award Ceremomy

      Ekarinny, João Pedro, Juliana, Maria Helena e Muriel comemoram a conquista na Grand Award Ceremony - Intel ISEF 2019

      Nas cerimônias de premiação da Intel ISEF (International Science and Engineering Fair), nomeadas Special Awards Ceremony e Grand Awards Ceremony, estudantes brasileiros conquistam 8 prêmios, com destaque para o primeiro lugar na categoria Materials Science.

      Estudantes de 81 países e territórios foram incentivados a desenvolver projetos inovadores nas áreas das ciências, tecnologia, engenharia e matemática, e a explorar soluções que melhorem a qualidade de vida em suas localidades e em todo o mundo.

      A nova geração de inovadores competiu por mais de cinco milhões de dólares em prêmios e foram julgados pela sua capacidade criativa e pensamento científico, rigor, competência e clareza mostrada em seus projetos. (Veja abaixo a relação dos projetos e seus respectivos autores).

      Os jovens cientistas fazem parte da Delegação Brasileira, composta por 29 estudantes que apresentaram 21 projetos, sendo 14 estudantes representando nove projetos que foram selecionados na 17ª Feira Brasileira de Ciências e Engenharia – FEBRACE realizada em São Paulo, SP, 11 estudantes representando nove projetos que foram selecionados na MOSTRATEC, realizada em Novo Hamburgo e 4 estudantes representando 3 projetos que foram selecionados pela Escola Americana de Campinas. Os estudantes premiados são de três estados: Paraná, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul, e contaram com o apoio da Intel Foundation, da Embaixada dos EUA no Brasil e de outros parceiros, que ofereceram credencial para participar do evento, passagem aérea, hospedagem e alimentação.

      O Brasil, com 8 prêmios, foi o país mais premiado da América Latina e a 10ª delegação mais premiada do mundo, ficando atrás dos EUA, China, Canadá, Índia, Alemanha, Taiwan, Austrália, Arábia Saudita e Tailândia.

      A ISEF é realizada desde 1950 e já revelou milhares de talentos em Ciências e Engenharia. Desde 1997, a feira conta com o patrocínio da Intel e traz o nome de Intel ISEF - Intel International Science and Engineering Fair.

      A Intel ISEF faz parte de um programa da Society for Science & the Public e da Intel Foundation, e acredita que o avanço da ciência e da engenharia é a chave para resolver os desafios globais.

      Neste ano, a Intel ISEF, foi em Phoenix, no Estado do Arizona, EUA, de 12 a 17 de maio, e reuniu 1.800 estudantes de 80 países e territórios. Para recebê-los, a organização da feira contou com uma estrutura que envolveu mais de 1.000 voluntários, intérpretes e avaliadores para julgar os melhores projetos. Fazem parte do seleto corpo de avaliadores vários cientistas de renome internacional, todos com titulação de PhDs. ou equivalente, ganhadores de prêmios relevantes, inclusive ganhadores do Prêmio Nobel.

      É uma competição baseada no talento demonstrado e na qualidade dos projetos e pesquisas desenvolvidos por estudantes de todo o mundo que ainda não chegaram ao ensino superior. O principal objetivo é apresentar as conquistas que os jovens cientistas alcançaram nas ciências, tecnologia, engenharia e matemática e encorajar mais jovens a abraçar essas áreas da pesquisa.

      Atendimento à Imprensa:

      Elena Saggio, elena@lsi.usp.br, 11 3091.4248, 11 98111.4487

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      PROJETOS PREMIADOS NA INTEL ISEF 2019 17 de maio, Phoenix, Arizona, Grand Awards Ceremony – 4 prêmios

      Grand Award Ceremomy

      Ekarinny, João Pedro, Juliana, Maria Helena e Muriel premiados na Grand Award Ceremony - Intel ISEF 2019

      Primeiro lugar em Materials Science – Prêmio de US$3.000 dólares

      Juliana Davoglio Estradioto (18)

      Projeto: CATCHPOOH: aproveitamento de resíduos para biossíntese de celulose e confecção de embalagem

      Escola: IFRS - Campus Osório, Osório - RS

      (Credenciada pela FEBRACE)

      Terceiro lugar em Plant Sciences – Prêmio de US$1.000 dólares

      João Pedro Silvestre Armani (16)

      Projeto: Revestimentos comestíveis na pós-colheita de laranjas

      Escola: Colégio Gabriela Mistral, Palotina - PR

      (Credenciado pela FEBRACE)

      Quarto lugar em Biochemistry – Prêmio de US$500 dólares

      Muriel Schiling Krohn (19) e Maria Helena Ferreira (19)

      Projeto: Estudo e caracterização da atividade antimicrobiana do estigma do milho (Zea mays)

      Escola: Fundação Liberato Souza Vieira da Cunha, Novo Hamburgo - RS

      (Credenciadas pela MOSTRATEC)

      Quarto lugar em Translational Medical Science – Prêmio de US$500 dólares

      Ekarinny Myrela Brito de Medeiros (18)

      Projeto: Desenvolvimento de cateter bioativo proveniente do aproveitamento do líquido da castanha do caju (Anacardium Occidentale) como alternativa na prevenção de infecção sistêmica.

      Escola: EE Prof. Hermógenes Nogueira da Costa, Mossoró - RN

      (Credenciada pela FEBRACE)

      16 de maio, Phoenix, Arizona - Special Awards Ceremony – 4 prêmios

      Special Award Cerimony

      Ekarinny, Bruna, Maria Helena e Muriel premiadas na Special Award Ceremony - Intel ISEF 2019

      Prêmio: Primeiro lugar da Patent and Trademark Office Society - prêmio de US$500 dólares

      Ekarinny Myrela Brito de Medeiros (18)

      Projeto: Desenvolvimento de cateter bioativo proveniente do aproveitamento do líquido da castanha do caju (Anacardium Occidentale) como alternativa na prevenção de infecção sistêmica.

      Escola: E.E. Prof. Hermógenes Nogueira da Costa, Mossoró - RN

      (Credenciada pela FEBRACE)

      Prêmios: Primeiro lugar da Patent and Trademark Office Society - prêmio de US$500 dólares, e Prêmio de Machine Learning em Aplicações de Bioengenharia do Mundo Real do King Abdul-Aziz & his CompanionsFoundation for Giftedness and Creativity - prêmio de US$1500 dólares.

      Bruna da Silva Cruz (19)

      Projeto: Fast Braille - Impressora com múltiplas funções para auxiliar a escrita de deficientes visuais II

      Escola: Fundação Liberato Souza Vieira da Cunha, Novo Hamburgo - RS

      (Credenciada pela MOSTRATEC)

      Prêmio: Bolsa de Estudos da ASU (Universidade Estadual do Arizona) renovável por até quatro anos.

      Muriel Schiling Krohn (19), Maria Helena Ferreira (19)

      Projeto: Estudo e caracterização da atividade antimicrobiana do estigma do milho (Zea mays)

      Escola: Fundação Liberato Souza Vieira da Cunha, Novo Hamburgo – RS

      (Credenciadas pela MOSTRATEC)

  • 29/04/2019
    FEBRACE seleciona nove projetos para competição nos EUA
    • Seus autores, catorze estudantes do ensino médio e técnico, participarão da maior mostra pré-universitária de projetos de ciências e engenharia do mundo.

      Na 17ª edição da FEBRACE (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia), realizada recentemente em São Paulo, foram selecionados 14 estudantes brasileiros para participar da Intel ISEF (International Science and Engineering Fair) – a maior feira pré-universitária do gênero no mundo. Eles apresentarão nove projetos no evento, que será realizado em Phoenix, no Arizona (EUA), de 12 a 17 de maio.

      A FEBRACE já acumula 58 premiações nesta feira. Em 2018, na edição realizada em Pittsburgh, na Pensilvânia, os estudantes brasileiros trouxeram para casa oito prêmios, conquistando, assim, o primeiro lugar entre os países latino-americanos.

      Os estudantes da FEBRACE que representarão o Brasil na Intel ISEF deste ano são de sete estados: Goiás, Paraná, Bahia, Mato Grosso do Sul, Ceará, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul (Veja abaixo a relação dos projetos e seus respectivos autores). Com apoio da Intel Foundation e da Embaixada dos EUA no Brasil, eles ganharam credencial para participar do evento, passagem aérea, hospedagem e alimentação.

      Além dos estudantes indicados pela FEBRACE, a delegação brasileira contará com a participação de mais 11 estudantes selecionados na última edição da Mostra de Ciências e Tecnologia (MOSTRATEC), do Rio Grande do Sul.

      A FEBRACE é uma das feiras habilitadas para indicar projetos à Intel ISEF. Realizada anualmente pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, por meio do Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI), a mostra reúne projetos de estudantes do ensino fundamental, médio e técnico de todos os estados brasileiros. Na última edição, foram 322 trabalhos finalistas com a participação de 751 estudantes.

      Projetos da FEBRACE na Intel ISEF 2019

      Goiás (Goiânia)

      Projeto: Aplicação da semente da Moringa oleífera como solução à eutrofização

      Autores: Patricia Honorato Moreira (Estudante) e Flamarion Gonçalves Moreira (Orientador)

      Resumo do projeto: https://febrace.org.br/imprensa/noticia/719/

      Paraná (Campo Largo)

      Projeto: Samis: uso do sabugo de milho para substituição do poliestireno - fase II

      Autores: Juliana de Fátima Cunha Vidal (Orientadora), Regina Kloss (Coorientadora), Amanda de Souza Maloste e Jessica Cristina Burda (Estudantes)

      Resumo do Projeto: https://febrace.org.br/imprensa/noticia/720/

      Bahia (Valença)

      Projeto: ACAPELA: Aparelho de Comunicação Alternativa para Pessoas com Esclerose Lateral Amiotrófica

      Autores: Gustavo de Araujo Sabry (Orientador), Leandro Silva Teixeira (Coorientador), Evandro Moreno da Costa Júnior, Saulo Marcos Silva Curty e Hillary Nunes Santos (Estudantes)

      Resumo do Projeto: https://febrace.org.br/imprensa/noticia/721/

      Mato Grosso do Sul (Campo Grande)

      Projeto: Análise do efeito alelopático de Leucaena leucocephala sobre Lactuca sativa var. crispa e Cecropia sp.

      Autores: Vagner Cleber de Almeida (Orientador), Carlos César Gonzalez de Luna (Coorientador) e Thailenny Dantas Rezende (Estudante)

      Resumo do projeto: https://febrace.org.br/imprensa/noticia/722/

      Ceará (Limoeiro do Norte)

      Projeto: Análise e desenvolvimento de interactomas sob estímulo por agrotóxicos: um estudo de processos biológicos e geração de doenças neurológicas por contaminantes agrícolas

      Autores: Sebastiana Vicente Bezerra (Orientadora), Helyson Lucas Bezerra Braz (Coorientador), José Guilherme Oliveira Matias e Yanne Lara Gurgel Pinheiro (Estudantes)

      Resumo do projeto: https://febrace.org.br/imprensa/noticia/723/

      Rio Grande do Norte (Mossoró)

      Projeto: Desenvolvimento de cateter bioativo proveniente do aproveitamento do líquido da castanha do caju (Anacardium Occidentale) como alternativa na prevenção de infecção sistêmica

      Autores: Luisa Kiara Dantas Azevedo Lopes (Orientadora) e Ekarinny Myrela Brito de Medeiros (Estudante)

      Resumo do projeto: https://febrace.org.br/imprensa/noticia/724/

      Rio Grande do Sul (Osório)

      Projeto: CATCHPOOH: aproveitamento de resíduos para biossíntese de celulose e confecção de embalagem

      Autores: Flávia Santos Twardowski Pinto (Orientadora), Thiago Rafalski Maduro (Coorientador) e Juliana Davoglio Estradioto (Estudante)

      Resumo do projeto: https://febrace.org.br/imprensa/noticia/725/

      Paraná (Palotina)

      Projeto: Revestimentos comestíveis na pós-colheita de laranjas

      Autores: Carlise Debastiani (Orientadora), Lucilda Rumilda Fries Binsfeld (Coorientadora) e João Pedro Silvestre Armani (Estudante)

      Resumo do projeto: https://febrace.org.br/imprensa/noticia/726/

      Ceará (Bela Cruz)

      Projeto: Endopiso: reutilizando o endocarpo lenhoso do Cocus nucifera na produção de piso alternativo Autores: Francigleison Jando Sousa Pontes (Orientador), Fernando Nunes de Vasconcelos (Coorientador), Cibele Nilse Furtado e Nicolly Menezes de Oliveira (Estudantes) Resumo do projeto: https://febrace.org.br/imprensa/noticia/727/


      Atendimento à imprensa:

      Elena Saggio (elena@lsi.usp.br) pelo telefone (11) 3091-4248.

  • 29/04/2019
    Endopiso: reutilizando o endocarpo lenhoso do Cocus nucifera na produção de piso alternativo
    • PERFIL FINALISTA INTEL ISEF 2019

      Escola: E.E. Educação Profissional Júlio França

      Orientador(a) e Coorientador(a): Francigleison Jando Sousa Pontes e Fernando Nunes de Vasconcelos

      Estudantes: Cibele Nilse Furtado e Nicolly Menezes de Oliveira

      Cidade: Bela Cruz - CE

      Motivação: Nós visamos ao desenvolvimento de uma alternativa de piso através da reutilização do endocarpo lenhoso do Cocus nucifera, baseado nos aspectos econômicos, sociais e ambientais.

      FEBRACE 2019 - 04

      Resumo Extraído dos Anais da FEBRACE 2019

      No Brasil, o consumo de produtos oriundos do coco (Cocus nucifera) teve um crescimento substancial nos últimos anos. Tal fato contribuiu significativamente para a intensificação da produção e do cultivo do fruto em todo o país e para o aumento de resíduos sólidos em aterros sanitários e em vias públicas. Considerando os fatos apresentados, iniciou-se o presente estudo que objetivou desenvolver um piso alternativo através da reutilização do endocarpo lenhosos do coco, com base nos aspectos sociais, ambientais e econômicos. O processo metodológico dividiu-se em estágios. No primeiro, realizou-se o diagnóstico do problema, o levantamento bibliográfico e como proposta de solução construiu-se um piso eco sustentável. No segundo estágio, realizou-se a coleta de coco em lixões, e, em seguida, selecionou-se os frutos em melhores estados de conservação. Logo após, extraiu-se das fibras do coco, o endocarpo lenhoso que, sequencialmente, foi transformado em pó através de um processo de raspagem manual. A posteriori, o pó do endocarpo foi adicionado a uma mistura de resina com catalisador, transformando-se em um resíduo pastoso que foi colocado para secagem espontânea em um gabarito de dimensões 20cm por 40cm. Após 24 horas, o material produzido foi desenformado e posteriormente analisado qualitativamente. Quando submetidas a ensaios de resistência à flexão tendo como parâmetro a norma nacional NBR 13.818/1997 obteve-se resistência equivalente a 72,1 MPa, superior a qualquer outro tipo de piso disponível no mercado. Como principais vantagens, o endopiso eliminou a retirada de argila do solo, possui notável resistência a compressão, reduziu o desperdício do endocarpo lenhoso do coco e revelou-se como material de alta aplicabilidade como piso e/ou revestimento tanto em áreas externas como internas. Construiu-se um piso alternativo eco sustentável, de baixo custo e com aplicabilidade na construção civil a partir do reúso do endocarpo lenhoso do coco.

  • 29/04/2019
    Revestimentos comestíveis na pós-colheita de laranjas
    • PERFIL FINALISTA INTEL ISEF 2019

      Escola: Colégio Gabriela Mistral

      Orientador(a) e Coorientador(a): Carlise Debastiani e Lucilda Rumilda Fries Binsfeld

      Estudante: João Pedro Silvestre Armani

      Cidade: Palotina - PR

      Motivação: Eu busco fazer algo mais saudável para a população e para a conservação do meio ambiente. Então decidimos acabar com com os malefícios dos agroquímicos através do uso de resíduos (carapaça do camarão e cera da abelha).

      FEBRACE 2019 - 85

      Resumo Extraído dos Anais da FEBRACE 2019

      O Brasil é o maior produtor de laranjas do mundo e como essa fruta tem baixa durabilidade, testou-se produtos naturais a fim de evitar sua degradação. O objetivo do projeto foi avaliar o potencial protetor de diferentes revestimentos naturais como a quitosana e a cera de abelha em laranjas agroecológicas. Foram realizados cinco tratamentos com cinco réplicas cada utilizando cinco frutos por repetição, totalizando 125 laranjas com casca. As análises realizadas serão: sólidos solúveis totais (SST); açúcar; acidez; e massa fresca. Foram realizadas análises semanais durante um mês. Os dados foram submetidos à análise de variância, e as médias comparadas pelo teste de Tukey (p < 0, 05%), que mostraram que na primeira semana, não houve diferenças significativas entre os sólidos solúveis e massa entre os tratamentos; já a acidez titulável foi maior no tratamento 4. No quesito aparência, os tratamentos 1 e 4 tiveram as maiores médias. Segunda semana: o tratamento 5 teve a maior média na variável sólidos solúveis, e a maior massa ficou com o tratamento 6. Já nas variáveis aparência e acidez total não houve diferença significativa entre eles. Terceira semana: não houve diferença significativa entre os sólidos solúveis, acidez titulável e a média das duas variáveis. Já a aparência ficou melhor para o tratamento 5, e a maior massa ficou com o tratamento 6. Quarta semana: a aparência ficou melhor no tratamento 5, e maior massa ficou com o tratamento 6. Já a maior média para os sólidos solúveis ficou com o tratamento 2. Não houve diferença significativa entre a acidez titulável e SS/AT. Conclui-se que é possível utilizar a quitosana associada à cera de abelha como membrana protetora em frutos como a laranja, pois os dados estatísticos mostram que a melhor aparência foi justamente quando se utilizou os dois associados, diminuindo assim a utilização de agrotóxicos.

  • 29/04/2019
    CATCHPOOH: aproveitamento de resíduos para biossíntese de celulose e confecção de embalagem
    • PERFIL FINALISTA INTEL ISEF 2019

      Escola: IFRS - Campus Osório

      Orientador(a) e Coorientador(a): Flávia Santos Twardowski Pinto e Thiago Rafalski Maduro

      Estudante: Juliana Davoglio Estradioto

      Cidade: Osório - RS

      Motivação: Eu sou apaixonada em trabalhar com subprodutos da agroindústria. Eu acho que eles têm muito potencial, e nós precisamos enxergar outras destinações além de colocá-los em aterros sanitários. Então, eu tive uma demanda de uma agroindústria no Brasil que processava a noz de macadâmia, porque 75% da massa da noz se torna um subproduto.

      FEBRACE 2019 - 124

      Resumo Extraído dos Anais da FEBRACE 2019

      A noz macadâmia está em crescimento nos mercados brasileiro e internacional. O processamento dessa noz gera 75% de resíduos. Outro descarte inadequado é o de polímeros sintéticos. Diante disso, a hipótese desse trabalho foi se seria possível utilizar o resíduo da macadâmia para sintetizar a biomembrana, um polímero natural. A síntese foi realizada em cultivo estático, por 10 dias, utilizando o resíduo da produção de uma bebida fermentada como inóculo e uma solução de 10g/L de folhas de Camellia sinensis. Nos testes preliminares foram utilizadas glicose, sacarose e farinha do resíduo agroindustrial da macadâmia (FRM) individualmente ou em conjunto. Após, foi realizado um planejamento fatorial completo 2^2 com metodologia de superfície de resposta para avaliar as variáveis concentração de glicose e concentração de FRM na otimização da síntese da biomembrana, tendo como respostas o rendimento e espessura. As biomembranas resultantes da conversão das fontes de carbono em nanofibrilas de celulose foram secas em estufa a 35ºC até peso constante. Pôde-se observar que os testes preliminares apresentaram formação de biomembrana. Já o planejamento fatorial mostrou que houve diferença significativa a 95% de confiança para pelo menos uma das variáveis estudadas em todas as respostas. Foi comprovada a exequibilidade do projeto, visto que as biomembranas produzidas apresentam flexibilidade e fina espessura, todas de acordo com as normas vigentes. Aplicou-se a biomembrana no desenvolvimento de uma embalagem, cujo preço de venda é R$ 0,10 - sendo 57% mais barata do que produtos similares. Dessa forma, esse projeto de pesquisa apresenta relevância social, ambiental, econômica e tecnológica ao promover o aproveitamento dos resíduos da macadâmia e da bebida fermentada e ao aplicar a biomembrana na confecção de uma embalagem.

  • 29/04/2019
    Desenvolvimento de cateter bioativo proveniente do aproveitamento do líquido da castanha do caju (Anacardium Occidentale) como alternativa na prevenção de infecção sistêmica
    • PERFIL FINALISTA INTEL ISEF 2019

      Escola: E.E. Prof. Hermogenes Nogueira da Costa

      Orientadora: Luisa Kiara Dantas Azevedo Lopes

      Estudante: Ekarinny Myrela Brito de Medeiros

      Cidade: Mossoró - RN

      Motivação: Eu tive uma tia que teve problemas de saúde causados pelo uso de catéter.

      FEBRACE 2019 - 172

      Resumo Extraído dos Anais da FEBRACE 2019

      Os cateteres são dispositivos de fundamental importância e os mais utilizados em todo o mundo no tratamento de pacientes graves internados em UTI. São utilizados também para tratamentos de pacientes hospitalizados ou em procedimentos adicionais como medicações e hemodiálises. Contudo, a utilização de cateteres representa um grande potencial de complicações infecciosas na corrente sanguínea. O patógeno mais encontrado nestas infecções são os Staphylococcus aureus, uma bactéria esférica, gram positiva, frequentemente encontrada na pele e nas fossas nasais de pessoas saudáveis, tendo apresentado resistência a muitos antimicrobianos. Em contrapartida, em um outro setor da sociedade, uma problemática, são os resíduos agroindustriais da cultura do caju. De acordo com dados da fábrica de castanha da cidade de Mossoró-RN (USIBRAS), cerca de 3 mil toneladas de LCC (líquido da castanha do caju) é armazenado por semana. O LCC representa cerca de 25% do peso da castanha, esse líquido tem como composto principal o ácido anacárdico. Pesquisas acadêmicas revelam que essa substância possui atividade inibidora comprovada contra o patógeno Staphylococcus aureus. Tendo em vista essas problemáticas, surgiu o interesse por desenvolver um cateter bioativo a partir do aproveitamento do LCC para combater a infecção de corrente sanguínea por colonização de Staphylococcus aureus. A produção do cateter bioativo foi realizada a partir de um método simples, no qual se utilizou 1mL de poliuretano vegetal (PU) derivado da mamona (Ricinus communis) e o 0,25mL de LCC. Para verificar seu poder antimicrobiano o cateter bioativo foi submetido a testes laboratoriais. Os testes realizados demonstraram que o cateter bioativo apresenta propriedades eficazes para combater a infecção da corrente sanguínea por colonização de Staphylococcus aureus. Mostrando-se como uma alternativa viável e com um custo bem inferior aos cateteres convencionais.

  • 29/04/2019
    Análise e desenvolvimento de interactomas sob estímulo por agrotóxicos: um estudo de processos biológicos e geração de doenças neurológicas por contaminantes agrícolas
    • PERFIL FINALISTA INTEL ISEF 2019

      Escola: E.E.F.M. Deputado Joaquim de Figueiredo Correia

      Orientador(a) e Coorientador(a): Sebastiana Vicente Bezerra e Helyson Lucas Bezerra Braz

      Estudante(s): José Guilherme Oliveira Matias e Yanne Lara Gurgel Pinheiro

      Cidade: Limoeiro do Norte - CE

      Motivação: O uso abusivo de agrotóxicos na região em que moramos mais o aparecimento de doenças neurodegenerativas sem histórico familiar, nos motivou a começar a pesquisa. Com os resultados vimos que estávamos certos quanto a hipótese de que essas doenças tinham ligação direta com os agrotóxicos.

      FEBRACE 2019 - 87

      Resumo Extraído dos Anais da FEBRACE 2019

      O objetivo do trabalho foi determinar os principais agrotóxicos em poços aquáticos das regiões do Vale do Jaguaribe - CE e verificar seus efeitos no desenvolvimento de doenças neurológicas utilizando interactomas modificados. Isso, devido aos intensos conflitos socioambientais decorrentes do uso de agrotóxicos nas comunidades da região e a contaminação exagerada de compostos químicos, gerando várias doenças como cânceres, malformações congênitas, doenças endócrinas e doenças imunológicas. Na metodologia foi analisada a água de 20 poços em torno da chapada do Apodi (Vale do Jaguaribe - CE) e detectado a presença de 13 defensivos agrícolas nas amostras de água pela técnica de HPLC; as três maiores concentrações de agrotóxicos foram modeladas em computador e inseridos em redes de processos biológicos para verificar sua alteração na formação de três doenças comuns nas comunidades estudadas (Alzheimer, Parkinson e depressão de longo prazo). Como o processo de interactomas se limita apenas a rastreio de genes e proteínas, foi modificado o método de busca do software String 10® (Open source) por modelos de docking indexados no Protein Data Bank para mostrar a compatibilidade de ligação e alteração das moléculas na rede. Com todas as redes geradas, verificou-se a presença de 39 processos modificados no geral, e as proteínas mais conectadas às moléculas foram GRIA1, GRIA2, GRIA3, PARK2 e APP; proteínas de grande influência para geração das três doenças analisadas. Para validação dos resultados, repetiu-se o processo no Minepath® apresentando 99,2% de compatibilidade. Pode-se concluir que os agrotóxicos encontrados nas águas subterrâneas dos poços têm relação direta com a formação de doenças neurológicas, gerando assim, doenças altamente degenerativas. Esta técnica de busca, usando códigos de docking, pode ser utilizada em outros estudos de doenças que necessitem encontrar processos biológicos e, no futuro, buscar um tratamento pelo acompanhamento dessas vias.

  • 29/04/2019
    Análise do efeito alelopático de Leucaena leucocephala sobre Lactuca sativa var. crispa e Cecropia sp.
    • PERFIL FINALISTA INTEL ISEF 2019

      Escola: EE. Teotônio Vilela

      Orientador(a) e Coorientador(a): Vagner Cleber de Almeida e Carlos César Gonzalez de Luna

      Estudante: Thailenny Dantas Rezende

      Cidade: Campo Grande - MS

      Motivação: A análise alelopática começou das observações de que haviam algumas plantas nativas sendo influenciadas pela Leucaena. Então, observamos também que que a renda do produtor rural dependia das vendas, que estavam sendo prejudicadas devido à baixa produtividade causada por Aleloquímicos.

      FEBRACE 2019 - 051

      Resumo Extraído dos Anais da FEBRACE 2019

      A Leucaena leucocephala, conhecida popularmente como “leucena” é uma planta exótica originária da América Central e introduzida no Brasil para a complementação da alimentação de bovinos, que se disseminou por várias regiões do país. A espécie invasora sobrevive bem à seca e se dispersa afetando as plantas nativas. Em Campo Grande – MS, a leucena é encontrada nas margens dos córregos e parques da zona urbana. Com alta taxa de disseminação e germinação das sementes, a planta gera uma grande competição interespecífica em relação ao espaço, luminosidade, nutrientes com as nativas, dentre elas a Cecropia sp. (embaúba) e afeta diretamente a produtividade de olericultores que utilizam as proximidades dos córregos para o cultivo da alface. Através de testes de alelopatia realizados no ano de 2017 com soluções feitas de folhas, sementes e raízes de leucena em alface (Lactuca sativa var. crispa), é notável uma considerável diminuição no crescimento e uma alta taxa de mortalidade das plântulas tratadas, quando comparadas com um experimento sem tratamento. Para uma melhor análise dos experimentos em 2018 foram realizados dez testes de réplicas com soluções feitas a partir de folhas, sementes e raízes de leucena, com concentrações de 25%, 50%, 75% e 100%, deste modo podemos relatar os efeitos causados pelo tratamento com sementes nas concentrações de 75% e 100% que ocasionaram uma diferença de crescimento de 60,62% e 73,54% em relação às alfaces sem tratamento e uma mortalidade de 80,8% e 86,4% nas respectivas concentrações de soluções. Nos testes realizados com a planta nativa Cecropia sp. podemos ressaltar os tratamentos realizados com soluções de sementes com concentrações de 50% e 75%, onde houve um crescimento de 12,5% e a concentração de 100% com uma taxa de 6,25% de crescimento. Em relação à taxa de mortalidade das plântulas de embaúba é preponderante frisar um resultado de 75% em relação aos tratamentos realizados com as concentrações de 50%, 75% e 100%.

  • 29/04/2019
    ACAPELA: Aparelho de comunicação alternativa para pessoas com esclerose lateral amiotrófica
    • PERFIL FINALISTA INTEL ISEF 2019

      Escola: IF Baiano - Campus Valença

      Orientador(a) e Coorientador(a): Gustavo de Araujo Sabry e Leandro Silva Teixeira

      Estudante(s): Evandro Moreno da Costa Júnior, Saulo Marcos Silva Curty e Hillary Nunes Santos

      Cidade: Valença - BA

      Motivação: Nós queremos ajudar as pessoas que não podem se comunicar, incluindo pessoas com Esclerose Lateral Amiotrófica. Nós acredito que nosso projeto pode dar autonomia e qualidade de vida.

      FEBRACE 2019 - 264

      Resumo Extraído dos Anais da FEBRACE 2019

      A esclerose lateral amiotrófica (ELA) ou doença de Lou Gehrig é uma doença neurodegenerativa que acomete os neurônios motores responsáveis pelos movimentos voluntários. É caracterizada pela perda progressiva da força muscular afetando os movimentos, a fala e a deglutição, causando paralisia motora progressiva irreversível. As pessoas acometidas pela ELA tem expectativa de vida, geralmente, de 2 a 5 anos. Entretanto, existem casos que superam consideravelmente esse tempo, como o caso do astrofísico britânico Stephen Hawking que foi diagnosticado portador de ELA aos 21 anos, doença com a qual conviveu até seus 76 anos. Os médicos consideram sua longevidade um mistério, pois a doença não tem cura. O único músculo que ele conseguia movimentar servia para sua comunicação por meio de um computador que interpretava seus gestos faciais e os traduzia para uma voz eletrônica. Pensando que a comunicação entre as pessoas constitui-se como um fator de extrema importância para que sejam transmitidas informações, fatos, ideias, desejos, entre outros, este projeto visa desenvolver um recurso de tecnologia assistiva de baixo custo, com foco especificamente na comunicação alternativa para que pessoas acometidas pela ELA possam se comunicar a partir do piscar de seus olhos, promovendo, deste modo, a funcionalidade relacionada à participação destas pessoas nos diferentes contextos sociais. Como a comunicação será desenvolvida baseada apenas no piscar de olhos, este recurso de comunicação alternativa interpretará os comandos da pessoa e montará as sentenças, letra a letra, que, por sua vez, serão expostas em um display. Assim, espera-se que este recurso facilite a comunicação das pessoas com essa doença, visando sobretudo sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social.

  • proxima
Informações para a imprensa

Elena Saggio - elena@lsi.usp.br