FEBRACE
  • lsi
  • poli usp
  • usp

Press releases

2009

  • 29/03/2019
    Projetos do Tocantins recebem seis prêmios na FEBRACE
    • Maior mostra de Ciências e Engenharia contou com 332 projetos desenvolvidos por 751 estudantes do ensino fundamental, médio e técnico de todo o País.

      Projetos de estudantes do Estado do Tocantins receberam seis prêmios na 17ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE), que aconteceu de 19 a 21 de março, em São Paulo. Entre eles, se destacou um voltado para a interação entre usuários da internet e um robô de conversação para tirar dúvidas, oferecer propostas para passeios e pontos turísticos no Estado do Tocantins (Veja abaixo detalhes sobre o trabalho). Desenvolvido pelo estudante Allan Pereira de Souza, do Senac de Palmas, o projeto foi um dos vencedores na categoria “Prêmio Destaque Unidades da Federação”.

      Promovida pela Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), a mostra deste ano contou com 332 projetos de Ciências e Engenharia desenvolvidos por 751 estudantes do ensino fundamental, médio e técnico de todo o País. O processo de seleção dos finalistas envolveu mais de 72 mil estudantes de 27 unidades da federação, que submeteram seus projetos à FEBRACE, diretamente ou por meio de uma das 116 feiras afiliadas.

      Os autores dos melhores projetos, em diversas categorias, ganharam troféus, medalhas, bolsas do CNPq e estágios, num total aproximado de 300 prêmios e oportunidades no Brasil e no exterior. Nove projetos também foram escolhidos para representar o Brasil na Feira Internacional de Ciências e Engenharia da Intel (Intel ISEF), que acontece de 12 a 17 de maio, em Phoenix, nos EUA.

      Além dos prêmios, os estudantes foram prestigiados por diversas autoridades presentes na cerimônia de premiação. Entre eles, o pró-reitor de Pesquisa da USP, Sylvio Roberto Accioly Canuto, e a diretora da Escola Politécnica, Liedi Bernucci.

      A lista completa dos premiados da FEBRACE 2019 pode ser conferida neste site: https://febrace.org.br/finalistas-e-premiados/#.XJu4cphKjIU. Abaixo, o resumo do projeto de Tocantins que se destacou na mostra.

      PAPAGAIO - ROBÔ DE CONVERSAÇÃO PARA TURISMO

      Trata-se de um projeto voltado para a interação entre usuários da internet com um robô de conversação que possibilite tirar dúvidas, demonstrar soluções e oferecer propostas para passeios e pontos turísticos do Estado do Tocantins. Esta tecnologia chamada chatbot, utiliza recursos de programação neurolinguística e certa inteligência artificial para que o robô tenha condições de responder de acordo com a pergunta. O projeto está sendo desenvolvido, utilizando tecnologias livres e poderá ser disponibilizado para empresas e centros turísticos, onde permite ser integrado com websites e demais redes sociais, como o Facebook Messenger, Skype e outras tecnologias como Viber.

      O projeto, desenvolvido dentro da plataforma snatchbot.me, possibilita interagir utilizando linguagem natural, simulando uma conversa com o robô como se fosse um ser humano. Ele interage de acordo com sua estrutura pré-programada, possibilitando encontrar as melhores respostas para perguntas diversas, através da sua PNL – programação neurolinguística. Diante das inúmeras atrações turísticas do Estado do Tocantins, os assuntos foram agrupados em cinco grandes regiões para facilitar a programação das interações, sendo elas: Palmas (capital), Jalapão, Lajeado, Taquaruçu e Ilha do Bananal.

      Até o presente momento não identificamos nenhum robô de conversação voltado para esta atividade, caracterizando-se um produto inovador, pois apresenta respostas diferentes para uma mesma pergunta. O projeto foi desenvolvido, para reconhecer sentimentos como alegria ou tristeza, através de palavras chaves e reagindo de acordo com o estado emocional do seu interlocutor a fim de encontrar uma resposta mais assertiva para as conversas entre seres humanos e máquinas.


      Atendimento à imprensa

      Elena Saggio (elena.saggio@lsitec.org.br) pelo celular (11) 98111-4487

      Angela Trabbold (angela@academica.jor.br) pelos telefones (11) 5549-1863 / 5081-5237

  • 29/03/2019
    Projeto de Sergipe recebe dois prêmios na FEBRACE
    • Maior mostra de Ciências e Engenharia contou com 332 projetos desenvolvidos por 751 estudantes do ensino fundamental, médio e técnico de todo o País.

      Um projeto de estudantes do Estado de Sergipe recebeu dois prêmios na 17ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE), que aconteceu de 19 a 21 de março, em São Paulo. Os alunos Matheus Gomes de Santana e José Lucas de Jesus Santos, do Colégio de Aplicação, da cidade de São Cristovão, utilizaram as plataformas Arduino e LEGO para tornar o ensino de física mais dinâmico (Veja abaixo mais detalhes sobre o projeto). Eles foram um dos vencedores do Prêmio Destaque Unidades da Federação e também ganharam Menção Honrosa em Física, concedida pelo Instituto de Física da Universidade de São Paulo (IF-USP).

      Promovida pela Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI) da Escola Politécnica (Poli) da USP, a mostra deste ano contou com 332 projetos de Ciências e Engenharia desenvolvidos por 751 estudantes do ensino fundamental, médio e técnico de todo o País. O processo de seleção dos finalistas envolveu mais de 72 mil estudantes de 27 unidades da federação, que submeteram seus projetos à FEBRACE, diretamente ou por meio de uma das 116 feiras afiliadas. Os autores dos melhores projetos, em diversas categorias, ganharam troféus, medalhas, bolsas do CNPq e estágios, num total aproximado de 300 prêmios e oportunidades no Brasil e no exterior. Nove projetos também foram escolhidos para representar o Brasil na Feira Internacional de Ciências e Engenharia da Intel (Intel ISEF), que acontece de 12 a 17 de maio, em Phoenix, nos EUA.

      Além dos prêmios, os estudantes foram prestigiados por diversas autoridades presentes na cerimônia de premiação da mostra. Entre eles, o pró-reitor de Pesquisa da USP, Sylvio Roberto Accioly Canuto, e a diretora da Escola Politécnica, Liedi Bernucci.

      A lista completa dos premiados da FEBRACE 2019 pode ser conferida neste site: https://febrace.org.br/finalistas-e-premiados/#.XJu4cphKjIU. Abaixo, o resumo do projeto de Sergipe.

      DESENVOLVIMENTO DE UM KIT DIDÁTICO UTILIZANDO ARDUINO E LEGO PARA APRENDIZADO DE GRANDEZAS CINEMÁTICAS

      O contexto do presente projeto é a atualização do ensino de física e de robótica na educação. O objetivo do projeto é fazer com que o ensino da física (cinética mais especificamente) se torne mais dinâmico, levando a uma aprendizagem mais fácil e mais prática. Neste projeto optou-se pela utilização das plataformas Arduino e LEGO, em conjunto, para a obtenção de valores como velocidade, comparando-as para observar se houve ou não variação das mesmas, além de, através de edições, definir o tipo de movimento (movimento uniforme, movimento uniformemente variado, entre outros).

      Este trabalho vem sendo desenvolvido há aproximadamente um ano, de forma que, atualmente, já é possível realizar medições de velocidades, compará-las e determinar um tipo de movimento referente aos dados das medições.


      Atendimento à imprensa

      Elena Saggio (elena.saggio@lsitec.org.br) pelo celular (11) 98111-4487

      Angela Trabbold (angela@academica.jor.br) pelos telefones (11) 5549-1863 / 5081-5237

  • 29/03/2019
    São Paulo é o Estado que mais recebeu prêmios na FEBRACE 2019
    • Maior mostra de Ciências e Engenharia contou com 332 projetos desenvolvidos por 751 estudantes do ensino fundamental, médio e técnico de todo o País.

      Projetos de estudantes do Estado de São Paulo receberam 65 prêmios na 17ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE), que aconteceu de 19 a 21 de março, em São Paulo. Entre eles, se destacaram dois: um que buscou reduzir a toxicidade de efluentes de curtumes até alcançar a condição de água potável; e outro que relacionou a saúde mental adolescente, a construção de identidade e a hipermodernidade. Os projetos ganharam, respectivamente, 1º lugar na categoria Engenharia e 1º lugar em Ciências Humanas (Veja abaixo detalhe dos projetos e os nomes de seus autores.)

      Promovida pela Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), a mostra deste ano contou com 332 projetos de Ciências e Engenharia desenvolvidos por 751 estudantes do ensino fundamental, médio e técnico de todo o País. O processo de seleção dos finalistas envolveu mais de 72 mil estudantes de 27 unidades da federação, que submeteram seus projetos à FEBRACE, diretamente ou por meio de uma das 116 feiras afiliadas.

      Os autores dos melhores projetos, em diversas categorias, ganharam troféus, medalhas, bolsas do CNPq e estágios, num total aproximado de 300 prêmios e oportunidades no Brasil e no exterior. Nove projetos também foram escolhidos para representar o Brasil na Feira Internacional de Ciências e Engenharia da Intel (Intel ISEF), que acontece de 12 a 17 de maio, em Phoenix, nos EUA.

      Além dos prêmios, os estudantes foram prestigiados por diversas autoridades presentes na cerimônia de premiação. Entre eles, o pró-reitor de Pesquisa da USP, Sylvio Roberto Accioly Canuto, e a diretora da Escola Politécnica, Liedi Bernucci.

      A lista completa dos premiados da FEBRACE 2019 pode ser conferida neste site: https://febrace.org.br/finalistas-e-premiados/#.XJu4cphKjIU. Abaixo, os resumos dos projetos de São Paulo que se destacaram na mostra.

      O IMPACTO DA FORMAÇÃO DE IDENTIDADE HIPERMODERNA: AÇÃO COMUNICATIVA PARA SAÚDE MENTAL DOS ADOLESCENTES (FASE II) Autores: Alessandra Rister Portinari Maranca, Maria Clara Batista Nascentes e Catharina Faria de Morais, do Colégio Danti Aleghieri, de São Paulo.

      A pesquisa relaciona saúde mental adolescente, construção de identidade e a hipermodernidade. No Brasil existem aproximadamente 35 milhões de adolescentes com a idade de 10 a 19 anos, e entre 1980 e 2014 a taxa de suicídio entre jovens de 15 a 29 anos aumentou 27,2%. Segundo Dutra (2001), o passo crucial para tornar-se um adulto saudável é a construção da identidade.

      Na perspectiva de Habermas (1982), vivemos uma hipermodernidade, isto é, uma continuação da instrumentalização da razão e a mercantilização das relações sociais mascarada pela sociedade de consumo. A fase atual iniciou-se delineando de que maneira as diferenças socioeconômicas impactam as correlações entre saúde mental e identidade. Os resultados revelaram, ao todo, mais de 15 correlações com índice de confiança maior que 90% entre formação de identidade e saúde mental.

      Investiga-se agora que tipo de intervenção poderia promover melhores indicadores de saúde mental, utilizando como base a formação de identidade do adolescente. A intervenção pode funcionar se for baseada em três pilares. O primeiro pilar consiste na ação comunicativa de Habermas (1982). O segundo é baseado na falácia reductio ad absurdum. Finalmente, o terceiro pilar, o princípio de identificação (liderado pelo jovem para o jovem). A estratégia para avaliar se intervenção teve efeito se pautou na aplicação de dois questionários, antes e depois de duas rodas de conversas, no período de duas semanas, sobre a identidade na hipermodernidade, mediadas por líderes.

      Houve 18 comparações entre o primeiro questionário e o segundo que demonstraram mudanças significativas após a intervenção. Cinco dessas mudanças demonstraram maior percepção da influência da sociedade ou maior percepção de estranheza. O que demonstra menos identidade de papel e presença de reductio ad absurdum, não rejeitando a hipótese. Das outras 13 apenas uma rejeitou nossa hipótese a partir do grupo controle.

      REDUÇÃO DA TOXICIDADE DE EFLUENTES DE CURTUMES ATÉ ÀS CONDIÇÕES DE ÁGUA POTÁVEL Autora: Havilla Layane Matos Cardoso, do Etec Prof. Carmelino Corrêa Júnior, de Franca.

      A poluição ambiental é um dos grandes problemas dos países desenvolvidos e em desenvolvimento. Dentre todos os tipos de poluição, destaca-se a contaminação das águas, pois as demandas estão cada vez maiores, e em consequência a qualidade das águas vem sendo degradadas de maneira alarmante. As indústrias são responsáveis por 20% do consumo mundial de água e, dentre elas os curtumes, indústrias beneficiadoras de peles e couros, estão entre os maiores consumidores. Um curtume que processa 3.000 peles bovinas salgadas/dia, consome aproximadamente 5.063m3 de água/dia, equivalente ao consumo diário de uma população de 27.980 habitantes, tomando-se um consumo médio per capita de 181 litros por dia. Assim, um curtume pode exercer alta pressão sobre os mananciais hídricos.

      Os corantes, o cromo e o sulfeto, presentes nos efluentes gerados pelos curtumes, representam graves riscos ambientais e sociais devido à sua grande toxicidade. Essas substâncias podem contaminar diferentes ecossistemas, o que estimula a busca por processos de tratamentos mais eficientes. O presente projeto tem o objetivo de buscar maneiras econômicas e eficazes para se realizar a descontaminação e o tratamento dos efluentes de curtumes até deixá-los em condições de água potável.

      Para isso, testamos a eficiência das escamas de tilápias (resíduos sólidos da indústria pesqueira) como novos biossorventes, e as águas resultantes dos processos de descontaminação/ tratamento foram analisadas pela SABESP, e constatado que as mesmas encontravam-se dentro dos padrões de água potável. A eficiência da capacidade de adsorção pelas escamas de tilápias foi verificada através de análises dos espectros de energia dispersiva e de absorção na região do infravermelho, e verificada a total eficiência dos novos biossorventes nos processos de descontaminação/tratamento de efluentes tóxicos de curtumes.


      Atendimento à imprensa

      Elena Saggio (elena.saggio@lsitec.org.br) pelo celular (11) 98111-4487

      Angela Trabbold (angela@academica.jor.br) pelos telefones (11) 5549-1863 / 5081-5237

  • 29/03/2019
    Projetos de Santa Catarina recebem oito prêmios na FEBRACE
    • Maior mostra de Ciências e Engenharia contou com 332 projetos desenvolvidos por 751 estudantes do ensino fundamental, médio e técnico de todo o País.

      Projetos de estudantes do Estado de Santa Catarina receberam oito prêmios na 17ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE), que aconteceu de 19 a 21 de março, em São Paulo. Entre eles, se destacou o de um jogo virtual baseado na metodologia do webquest pelo qual os estudantes resolvem desafios de quatro áreas de conhecimento do ensino médio. Desenvolvido pelos estudantes Cleberson André da Silva, Leonardo Michel Atanásio da Silva e Felipe França, da Escola Estadual Irmã Irene, da cidade de Santa Cecília, o projeto ganhou o 3º lugar na categoria Ciências Humanas Promovida pela Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), a mostra deste ano contou com 332 projetos de Ciências e Engenharia desenvolvidos por 751 estudantes do ensino fundamental, médio e técnico de todo o País. O processo de seleção dos finalistas envolveu mais de 72 mil estudantes de 27 unidades da federação, que submeteram seus projetos à FEBRACE, diretamente ou por meio de uma das 116 feiras afiliadas.

      Os autores dos melhores projetos, em diversas categorias, ganharam troféus, medalhas, bolsas do CNPq e estágios, num total aproximado de 300 prêmios e oportunidades no Brasil e no exterior. Nove projetos também foram escolhidos para representar o Brasil na Feira Internacional de Ciências e Engenharia da Intel (Intel ISEF), que acontece de 12 a 17 de maio, em Phoenix, nos EUA.

      Além dos prêmios, os estudantes foram prestigiados por diversas autoridades presentes na cerimônia de premiação. Entre eles, o pró-reitor de Pesquisa da USP, Sylvio Roberto Accioly Canuto, e a diretora da Escola Politécnica, Liedi Bernucci.

      A lista completa dos premiados da FEBRACE 2019 pode ser conferida neste site: https://febrace.org.br/finalistas-e-premiados/#.XJu4cphKjIU. Abaixo, o resumo do projeto de Santa Catarina que se destacou na mostra.

      DESAFIO ALFA: A TECNOLOGIA TRANSFORMANDO A SALA DE AULA

      A tecnologia está cada vez mais presente na vida dos jovens e no cotidiano das salas de aula. Assim, o projeto “Desafio Alfa: a tecnologia transformando a sala de aula” é uma proposta de ferramenta pedagógica que visa fazer uso da tecnologia no processo de ensino e aprendizagem, tornando professores e estudantes protagonistas na construção do conhecimento.

      Para alcançar tal objetivo, o projeto apresenta um jogo virtual baseado na metodologia do webquest pelo qual os estudantes devem resolver desafios pertinentes às quatro áreas de conhecimento do ensino médio. Para participar do jogo, os estudantes acessam o site do “Desafio Alfa” onde está disponível o console do jogo; a partir de então devem mostrar o quanto conseguem usar os recursos da internet para mobilizar conhecimentos, vencer as etapas e desvendar o grande enigma final que articula os desafios anteriores.


      Atendimento à imprensa

      Elena Saggio (elena.saggio@lsitec.org.br) pelo celular (11) 98111-4487

      Angela Trabbold (angela@academica.jor.br) pelos telefones (11) 5549-1863 / 5081-5237

  • 29/03/2019
    Projeto de Roraima recebe dois prêmios na FEBRACE
    • Maior mostra de Ciências e Engenharia contou neste ano com 332 projetos desenvolvidos por 751 estudantes do ensino fundamental, médio e técnico de todo o País.

      Um projeto de estudantes de Roraima recebeu dois prêmios na 17ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE), que aconteceu de 19 a 21 de março, em São Paulo. Os alunos Axel Aredes, Isabela Gomes Araújo e Lorena da Silva Neto, da Escola Estadual Profa. Maria das Dores Brasil, de Boa Vista, se destacaram por estudar a eficiência do extrato etanólico da Senna alata L. como biolarvicida dos mosquitos Aedes aegypti e Culex quinquefasciatus. (Veja abaixo mais detalhes do projeto).

      Na FEBRACE, eles foram um dos vencedores do Prêmio Destaque Unidades da Federação. E também ganharam Menção Honrosa da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

      Promovida pela Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), a mostra deste ano contou com 332 projetos de Ciências e Engenharia desenvolvidos por 751 estudantes do ensino fundamental, médio e técnico de todo o País. O processo de seleção dos finalistas envolveu mais de 72 mil estudantes de 27 unidades da federação, que submeteram seus projetos à FEBRACE, diretamente ou por meio de uma das 116 feiras afiliadas.

      Os autores dos melhores projetos, em diversas categorias, ganharam troféus, medalhas, bolsas do CNPq e estágios, num total aproximado de 300 prêmios e oportunidades no Brasil e no exterior. Nove projetos também foram escolhidos para representar o Brasil na Feira Internacional de Ciências e Engenharia da Intel (Intel ISEF), que acontece de 12 a 17 de maio, em Phoenix, nos EUA.

      Além dos prêmios, os estudantes foram prestigiados por diversas autoridades presentes na cerimônia de premiação da mostra. Entre eles, o pró-reitor de Pesquisa da USP, Sylvio Roberto Accioly Canuto, e a diretora da Escola Politécnica, Liedi Bernucci.

      A lista completa dos premiados da FEBRACE 2019 pode ser conferida neste site: https://febrace.org.br/finalistas-e-premiados/#.XJu4cphKjIU. Abaixo, o resumo do projeto de Boa Vista.

      BIOPROSPECÇÃO DO EXTRATO ETANÓLICO DA SENNA ALATA L. COMO LARVICIDA PARA O COMBATER A REPRODUÇÃO DAS LARVAS DOS MOSQUITOS AEDES AEGYPTI E CULEX QUINQUEFASCIATUS NO MUNICÍPIO DE BOA VISTA - RR

      O estudo da prospecção do extrato etanólico da Senna alata L. buscou avaliar a sua eficiência como biolarvicida no combate a reprodução das larvas dos mosquitos Aedes aegypti e Culex quinquefasciatus, coletadas com armadilhas artesanais nas dependências da escola. A pesquisa foi realizada em triplicata em época das chuvas e teve como pressuposto a utilização da técnica de bioensaio, com parâmetro CL50 em 60 minutos o tempo padrão. As larvas vivas foram submetidas em meio a três concentrações: forte 66,66g/L, moderada 50g/L e fraca 33,3g/L, e testes comparativos com solução de hipoclorito de sódio e álcool 96% PA.

      Foram testadas 150 larvas vivas de Aedes aegypti e 150 larvas vivas de Culex quinquefasciatus. Para o Aedes aegypti, na concentração forte e moderada, foram significativos os extermínios de 100% das larvas na média de tempo de 54min, abaixo do tempo padrão, e, na concentração fraca, apresentou resultados adversos com mortandade de 50% de larvas, em consonância com o tempo padrão. Para o Culex quinquefasciatus, na concentração forte, obteve-se uma média de 100% de indivíduo mortos no tempo de 36min.

      Portanto, a moderada atingiu a média de 100% de indivíduos mortos no tempo de 48min e 3s e, na concentração fraca, obteve-se uma média de 100% de indivíduos mortos no tempo de 56min e 6s. Os resultados alcançados neste estudo mostraram que, nas dependências da escola, as espécies Aedes aegypti e Culex quinquefasciatus estão amplamente distribuídas, revelando assim, as possibilidades de infestação. Apontamos como contribuição o extrato etanólico da Senna alata L. para ser utilizado como biolarvicida, podendo contribuir para direcionar medidas de controle das larvas, e na utilização dos programas já estabelecidos na vigilância em saúde, principalmente diante do cenário de epidemias de dengue, zika, chikungunya e febre amarela no qual Roraima se encontra atualmente.


      Atendimento à imprensa

      Elena Saggio (elena.saggio@lsitec.org.br) pelo celular (11) 98111-4487

      Angela Trabbold (angela@academica.jor.br) pelos telefones (11) 5549-1863 / 5081-5237

  • 29/03/2019
    RS se destaca na FEBRACE 2019 e leva 37 prêmios
    • Maior mostra de Ciências e Engenharia contou com 332 projetos desenvolvidos por 751 estudantes do ensino fundamental, médio e técnico de todo o País.

      Projetos de estudantes do Estado do Rio Grande do Sul receberam 37 prêmios na 17ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE), que aconteceu de 19 a 21 de março, em São Paulo. Entre eles, se destacou o da estudante Juliana Davoglio Estradioto, do Instituto Federal do Rio Grande do Sul - Campus Osório, que mostrou ser possível criar um polímero natural a partir dos resíduos da noz macadâmia.

      O projeto foi um dos nove escolhidos para representar o Brasil na Feira Internacional de Ciências e Engenharia da Intel (Intel ISEF), que acontece de 12 a 17 de maio, em Phoenix, nos EUA.

      Promovida pela Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), a mostra deste ano contou com 332 projetos de Ciências e Engenharia desenvolvidos por 751 estudantes do ensino fundamental, médio e técnico de todo o País. O processo de seleção dos finalistas envolveu mais de 72 mil estudantes de 27 unidades da federação, que submeteram seus projetos à FEBRACE, diretamente ou por meio de uma das 116 feiras afiliadas.

      Os autores dos melhores projetos, em diversas categorias, ganharam troféus, medalhas, bolsas do CNPq e estágios, num total aproximado de 300 prêmios e oportunidades no Brasil e no exterior. Os estudantes também foram prestigiados por diversas autoridades presentes na cerimônia de premiação da mostra. Entre eles, o pró-reitor de Pesquisa da USP, Sylvio Roberto Accioly Canuto, e a diretora da Escola Politécnica, Liedi Bernucci.

      A lista completa dos premiados da FEBRACE 2019 pode ser conferida neste site: https://febrace.org.br/finalistas-e-premiados/#.XJu4cphKjIU. Abaixo, o resumo do projeto de Osório (RS) que se destacou na mostra.

      CATCHPOOH: APROVEITAMENTO DE RESÍDUOS PARA BIOSSÍNTESE DE CELULOSE E CONFECÇÃO DE EMBALAGEM

      A noz macadâmia está em crescimento nos mercados brasileiro e internacional. O processamento dessa noz gera 75% de resíduos. Outro descarte inadequado é o de polímeros sintéticos. Diante disso, a hipótese desse trabalho foi se seria possível utilizar o resíduo da macadâmia para sintetizar a biomembrana, um polímero natural. A síntese foi realizada em cultivo estático, por 10 dias, utilizando o resíduo da produção de uma bebida fermentada como inóculo e uma solução de 10g/L de folhas de Camellia sinensis.

      Nos testes preliminares foram utilizadas glicose, sacarose e farinha do resíduo agroindustrial da macadâmia (FRM) individualmente ou em conjunto. Após, foi realizado um planejamento fatorial completo 2^2 com metodologia de superfície de resposta para avaliar as variáveis concentração de glicose e concentração de FRM na otimização da síntese da biomembrana, tendo como respostas o rendimento e espessura. As biomembranas resultantes da conversão das fontes de carbono em nanofibrilas de celulose foram secadas em estufa a 35ºC até peso constante.

      Pôde-se observar que os testes preliminares apresentaram formação de biomembrana. Já o planejamento fatorial mostrou que houve diferença significativa a 95% de confiança para pelo menos uma das variáveis estudadas em todas as respostas. Foi comprovada a exequibilidade do projeto, visto que as biomembranas produzidas apresentam flexibilidade e fina espessura, todas de acordo com as normas vigentes. Aplicou-se a biomembrana no desenvolvimento de uma embalagem, cujo preço de venda é R$ 0,10 - sendo 57% mais barata do que produtos similares.

      Dessa forma, esse projeto de pesquisa apresenta relevância social, ambiental, econômica e tecnológica ao promover o aproveitamento dos resíduos da macadâmia e da bebida fermentada e ao aplicar a biomembrana na confecção de uma embalagem.


      Atendimento à imprensa

      Elena Saggio (elena.saggio@lsitec.org.br) pelo celular (11) 98111-4487

      Angela (angela@academica.jor.br) pelos telefones (11) 5549-1863 / 5081-5237

  • 29/03/2019
    Rio Grande do Norte se destaca na FEBRACE 2019 e leva 32 prêmios
    • Maior mostra de Ciências e Engenharia contou com 332 projetos desenvolvidos por 751 estudantes do ensino fundamental, médio e técnico de todo o País.

      Projetos de estudantes do Estado do Rio Grande do Norte receberam 32 prêmios na 17ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE), que aconteceu de 19 a 21 de março, em São Paulo. Entre eles, se destacou o do cateter bioativo, feito a partir do aproveitamento do líquido da castanha de caju, para combater a infecção na corrente sanguínea por colonização de Staphylococcus aureus em pacientes de UTI (Veja abaixo mais detalhes sobre o trabalho).

      De autoria de Ekarinny Myrela Brito de Medeiros, da Escola Estadual Prof. Hermógenes Nogueira da Costa, de Mossoró, o projeto foi um dos nove escolhidos para representar o Brasil na Feira Internacional de Ciências e Engenharia da Intel (Intel ISEF), que acontece de 12 a 17 de maio, em Phoenix, nos EUA.

      Promovida pela Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), a mostra deste ano contou com 332 projetos de Ciências e Engenharia desenvolvidos por 751 estudantes do ensino fundamental, médio e técnico de todo o País. O processo de seleção dos finalistas envolveu mais de 72 mil estudantes de 27 unidades da federação, que submeteram seus projetos à FEBRACE, diretamente ou por meio de uma das 116 feiras afiliadas.

      Os autores dos melhores projetos, em diversas categorias, ganharam troféus, medalhas, bolsas do CNPq e estágios, num total aproximado de 300 prêmios e oportunidades no Brasil e no exterior. Os estudantes também foram prestigiados por diversas autoridades presentes na cerimônia de premiação da mostra. Entre eles, o pró-reitor de Pesquisa da USP, Sylvio Roberto Accioly Canuto, e a diretora da Escola Politécnica, Liedi Bernucci.

      A lista completa dos premiados da FEBRACE 2019 pode ser conferida neste site: https://febrace.org.br/finalistas-e-premiados/#.XJu4cphKjIU. Abaixo, o resumo do projeto de Mossoró que se destacou na mostra.

      DESENVOLVIMENTO DE CATETER BIOATIVO PROVENIENTE DO APROVEITAMENTO DO LÍQUIDO DA CASTANHA DO CAJU (ANACARDIUM OCCIDENTALE L.) E DO ÓLEO DA MAMONA (RICINUS COMMUNIS L.) COMO ALTERNATIVA NO COMBATE DE INFECÇÃO DE CORRENTE SANGUÍNEA

      Os cateteres são dispositivos de fundamental importância e os mais utilizados em todo o mundo no tratamento de pacientes graves internados em UTI. São utilizados também para tratamentos de pacientes hospitalizados ou em procedimentos adicionais como medicações e hemodiálises. Contudo, a utilização de cateteres representa um grande potencial de complicações infecciosas na corrente sanguínea.

      O patógeno mais encontrado nestas infecções são os Staphylococcus aureus, uma bactéria esférica, gram positiva, frequentemente encontrada na pele e nas fossas nasais de pessoas saudáveis, tendo apresentado resistência a muitos antimicrobianos. Em contrapartida, em um outro setor da sociedade, uma problemática, são os resíduos agroindustriais da cultura do caju. De acordo com dados da fábrica de castanha da cidade de Mossoró-RN (USIBRAS), cerca de 3 mil toneladas de LCC (líquido da castanha do caju) é armazenado por semana. O LCC representa cerca de 25% do peso da castanha, esse líquido tem como composto principal o ácido anacárdico.

      Pesquisas acadêmicas revelam que essa substância possui atividade inibidora comprovada contra o patógeno Staphylococcus aureus. Tendo em vista essas problemáticas, surgiu o interesse por desenvolver um cateter bioativo a partir do aproveitamento do LCC para combater a infecção na corrente sanguínea por colonização de Staphylococcus aureus.

      A produção do cateter bioativo foi realizada a partir de um método simples, no qual se utilizou 1mL de poliuretano vegetal (PU) derivado da mamona (Ricinus communis) e o 0,25mL de LCC. Para verificar seu poder antimicrobiano, o cateter bioativo foi submetido a testes laboratoriais. Os testes realizados demonstraram que o cateter bioativo apresenta propriedades eficazes para combater a infecção na corrente sanguínea por colonização de Staphylococcus aureus, mostrando-se como uma alternativa viável e com um custo bem inferior aos cateteres convencionais.


      Atendimento à imprensa

      Elena Saggio (elena.saggio@lsitec.org.br) pelo celular (11) 98111-4487ou com

      Angela Trabbold (angela@academica.jor.br) pelos telefones (11) 5549-1863 / 5081-5237

  • 29/03/2019
    Projetos de estudantes do RJ recebem 11 prêmios na FEBRACE
    • Maior mostra de Ciências e Engenharia contou com 332 projetos desenvolvidos por 751 estudantes do ensino fundamental, médio e técnico de todo o País.

      Projetos de estudantes do Estado do Rio de Janeiro receberam 11 prêmios na 17ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE), que aconteceu de 19 a 21 de março, em São Paulo. Entre eles, se destacou um projeto que teve o objetivo de analisar a possível presença de moduladores da ação de antibióticos comerciais em extratos orgânicos da Amburana (Veja abaixo mais detalhes sobre o trabalho). De autoria da aluna Cristievelin Marques Marinho, do Instituto Federal do Rio de Janeiro, o projeto ganhou em 2º lugar na categoria Ciências da Saúde.

      Promovida pela Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), a mostra deste ano contou com 332 projetos de Ciências e Engenharia desenvolvidos por 751 estudantes do ensino fundamental, médio e técnico de todo o País. O processo de seleção dos finalistas envolveu mais de 72 mil estudantes de 27 unidades da federação, que submeteram seus projetos à FEBRACE, diretamente ou por meio de uma das 116 feiras afiliadas.

      Os autores dos melhores projetos, em diversas categorias, ganharam troféus, medalhas, bolsas do CNPq e estágios, num total aproximado de 300 prêmios e oportunidades no Brasil e no exterior. Nove projetos também foram escolhidos para representar o Brasil na Feira Internacional de Ciências e Engenharia da Intel (Intel ISEF), que acontece de 12 a 17 de maio, em Phoenix, nos EUA.

      Além dos prêmios, os estudantes foram prestigiados por diversas autoridades presentes na cerimônia de premiação da mostra. Entre eles, o pró-reitor de Pesquisa da USP, Sylvio Roberto Accioly Canuto, e a diretora da Escola Politécnica, Liedi Bernucci.

      A lista completa dos premiados da FEBRACE 2019 pode ser conferida neste site: https://febrace.org.br/finalistas-e-premiados/#.XJu4cphKjIU. Abaixo, o resumo do projeto do Rio de Janeiro que se destacou na mostra.

      ANÁLISE DE COMPOSTOS SENSIBILIZADORES DOS MECANISMOS DE RESISTÊNCIA DAS BACTÉRIAS EM EXTRATOS ORGÂNICOS DA AMBURANA CEARENSIS

      As bactérias vêm se tornando mais resistentes a diversos antibióticos, resultando em uma série desses fora de linha, devido a não manifestarem mais sensibilidade ao fármaco, causando grandes prejuízos econômicos. A fim de resolver esse problema, a indústria farmacêutica combina antibióticos com fármacos com efeito modulador, fazendo com que a sensibilidade do antibiótico seja otimizada. A Amburana cearensis, popularmente conhecida como “cumaru” ou “umburana-de-cheiro”, é uma planta nativa do Nordeste brasileiro, muito importante para a flora local, embora esteja correndo risco de extinção, devido ao desmatamento da caatinga.

      Proveniente da família Fabaceae, a planta é relatada por ter diversas atividades bioativas, como no tratamento de doenças respiratórias, patologias microbianas, entre outros. Estudos também sugerem que extratos alcoólicos da planta apresentam compostos com atividade moduladora ainda não identificados.

      Deste modo, o objetivo desta pesquisa é analisar a possível presença de moduladores da ação de antibióticos comerciais em extratos orgânicos da Amburana, para futura identificação. Até o presente momento os extratos da periderme do caule e da folha foram obtidos e analisados por disco-difusão e controle modulatório mínimo (CMM). Em que foi verificado a ausência de efeito antibiótico frente às culturas de E. coli, apesar de apresentar o efeito de forma relevante com outras culturas de bactérias.

      O efeito modulador das frações acetona e n-butanol frente à cultura de E.coli, utilizando os antibióticos gentamicina e penicilina g benzatina, ambas em concentrações que não apresentam efeito frente à cultura de bactéria, foi bem evidente. Os ensaios de citotoxicidade indicam baixo prejuízo na viabilidade celular, tendo, na verdade, um estímulo para a sobrevivência da célula nas frações n-butanol.


      Atendimento à imprensa

      Elena Saggio (elena.saggio@lsitec.org.br) pelo celular (11) 98111-4487

      Angela Trabbold (angela@academica.jor.br) pelos telefones (11) 5549-1863 / 5081-5237

  • 29/03/2019
    Projetos do Piauí são destaque na FEBRACE 2019
    • Maior mostra de Ciências e Engenharia contou com 332 projetos desenvolvidos por 751 estudantes do ensino fundamental, médio e técnico de todo o País.

      Projetos de estudantes do Estado do Piauí ganharam três prêmios na 17ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE), que aconteceu de 19 a 21 de março, em São Paulo. Um deles se destacou por propor um sistema de auxílio para parada de ônibus voltado para deficientes físicos e visuais. (Veja abaixo detalhes do trabalho). O projeto, de autoria do aluno Elias dos Santos Pereira Júnior, do Instituto Federal do Piauí, da cidade de Floriano, foi um dos vencedores na categoria Prêmio Destaque Unidades da Federação.

      Promovida pela Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), a mostra deste ano contou com 332 projetos de Ciências e Engenharia desenvolvidos por 751 estudantes do ensino fundamental, médio e técnico de todo o País. O processo de seleção dos finalistas envolveu mais de 72 mil estudantes de 27 unidades da federação, que submeteram seus projetos à FEBRACE, diretamente ou por meio de uma das 116 feiras afiliadas.

      Os autores dos melhores projetos, em diversas categorias, ganharam troféus, medalhas, bolsas do CNPq e estágios, num total aproximado de 300 prêmios e oportunidades no Brasil e no exterior. Nove projetos também foram escolhidos para representar o Brasil na Feira Internacional de Ciências e Engenharia da Intel (Intel ISEF), que acontece de 12 a 17 de maio, em Phoenix, nos EUA.

      Além dos prêmios, os estudantes foram prestigiados por diversas autoridades presentes na cerimônia de premiação da mostra. Entre eles, o pró-reitor de Pesquisa da USP, Sylvio Roberto Accioly Canuto, e a diretora da Escola Politécnica, Liedi Bernucci.

      A lista completa dos premiados da FEBRACE 2019 pode ser conferida neste site: https://febrace.org.br/finalistas-e-premiados/#.XJu4cphKjIU. Abaixo, o resumo do projeto do Piauí.

      SISTEMA DE AUXÍLIO PARA PARADA DE ÔNIBUS PARA DEFICIENTES FÍSICOS E VISUAIS

      A proposta deste trabalho foi desenvolver um sistema que facilite a vida das pessoas com deficiências visuais e físicas, por meio de um aparato eletrônico instalado na parada de ônibus onde o deficiente poderá selecionar a linha desejada, sem a necessidade do auxílio de terceiros para sinalizar ao motorista, promovendo ao cego e pessoa com deficiência física a capacidade de utilizar o transporte coletivo, de forma autônoma e segura, garantindo assim o direito dos mesmos enquanto cidadãos. A escolha do ônibus desejado será feita através de uma rede sem fio (radiofrequência), que conecta o controlador de parada ao controlador do ônibus, cuja linha é pretendida.

      Os componentes utilizados foram um Módulo RF 433MHZ, a qual possui um emissor e um receptor, possibilitando fazer a comunicação por meio de radiofrequência entre a parada de ônibus e o motorista. Será usado um Arduino Uno, que será o principal componente do protótipo e irá fazer a comunicação entre todos os dispositivos mencionados anteriormente, além de realizar a leitura do sistema e enviar uma saída para a LCD quando houver um deficiente na parada. O usuário irá apertar um botão em sua parada para identificar sua deficiência (os botões estão devidamente sinalizados em Braille), informação que será enviada ao motorista dentro do ônibus pelo LCD, por um dispositivo luminoso e um sonoro.

      Verificou-se que o protótipo atingiu excelência em todos os testes, mostrando que a tecnologia assistiva desenvolvida potencializou as habilidades funcionais das pessoas com deficiência, reforçando a ideia da utilização de sistemas cada vez mais sofisticados para este fim, com custos extremamente baixos. Todo o projeto atingiu os objetivos propostos e espera-se que o mesmo seja aplicado em um ambiente real a fim de facilitar a vida dos deficientes, proporcionando o ir e vir de onde se deseja, com segurança e autonomia.


      Atendimento à imprensa

      Elena Saggio (elena.saggio@lsitec.org.br) pelo celular (11) 98111-4487

      Angela Trabbold (angela@academica.jor.br) pelos telefones (11) 5549-1863 / 5081-5237

  • 29/03/2019
    Estudantes de Pernambuco se destacam na FEBRACE 2019
    • Maior mostra de Ciências e Engenharia contou com 332 projetos desenvolvidos por 751 estudantes do ensino fundamental, médio e técnico de todo o País.

      Projetos de estudantes do Estado de Pernambuco receberam cinco prêmios na 17ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE), que aconteceu de 19 a 21 de março, em São Paulo. Entre eles, se destacou um que mostrou o potencial efeito larvicida do líquido da castanha de caju para o controle de vetores de doenças como dengue, zika, chikungunya e febre amarela. Desenvolvido pelos estudantes Igor Kempell Carvalho, Erick Thomas Silva e Isadora Cibelly Lima Alves, da Escola de Referência em Ensino Médio Aura Sampaio Parente Muniz, da cidade de Salgueiro, o projeto ficou em 2º lugar na categoria Ciências Biológicas (Veja abaixo mais detalhes sobre o trabalho).

      Promovida pela Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), a mostra deste ano contou com 332 projetos de Ciências e Engenharia desenvolvidos por 751 estudantes do ensino fundamental, médio e técnico de todo o País. O processo de seleção dos finalistas envolveu mais de 72 mil estudantes de 27 unidades da federação, que submeteram seus projetos à FEBRACE, diretamente ou por meio de uma das 116 feiras afiliadas.

      Os autores dos melhores projetos, em diversas categorias, ganharam troféus, medalhas, bolsas do CNPq e estágios, num total aproximado de 300 prêmios e oportunidades no Brasil e no exterior. Nove projetos também foram escolhidos para representar o Brasil na Feira Internacional de Ciências e Engenharia da Intel (Intel ISEF), que acontece de 12 a 17 de maio, em Phoenix, nos EUA.

      Além dos prêmios, os estudantes foram prestigiados por diversas autoridades presentes na cerimônia de premiação. Entre eles, o pró-reitor de Pesquisa da USP, Sylvio Roberto Accioly Canuto, e a diretora da Escola Politécnica, Liedi Bernucci.

      A lista completa dos premiados da FEBRACE 2019 pode ser conferida neste site: https://febrace.org.br/finalistas-e-premiados/#.XJu4cphKjIU. Abaixo, o resumo do projeto de Pernambuco que se destacou na mostra.

      LCC: ATIVIDADE LARVICIDA EM MOSQUITOS HEMATÓFAGOS

      Um dos maiores problemas enfrentados pela população brasileira é o crescente número de casos de dengue, zika, chikungunya e febre amarela. Desde a descoberta do papel dos mosquitos hematófagos na veiculação de arboviroses, houve a necessidade de um estudo mais detalhado de sua biologia em busca de pontos vulneráveis para facilitar o seu combate.

      Diante das dificuldades encontradas no controle de mosquitos com os inseticidas químicos, em função do surgimento de resistência, é dada uma crescente importância aos trabalhos de pesquisa que busquem por substitutos a esses inseticidas com alternativas mais seguras para o ambiente. O LCC - líquido da castanha de caju - apresenta-se com potencial no controle de vetores de doenças. O presente projeto tem como objetivo produzir e avaliar o efeito letal de um larvicida natural à base do LCC em larvas e ovos de mosquitos hematófagos, assim como testar sua atividade larvicida associada ou não a efeito atrativo ou repulsivo sobre as fêmeas em armadilhas distribuídas em residências.

      Os bioensaios foram realizados com larvas e ovos de Aedes aegypti e Culex quinquefasciatus e amostras de LCC em diferentes concentrações. Constatou-se nos testes a morte das larvas que receberam a concentração mínima de meio mililitro de LCC tanto em tubos, quanto em cápsulas. A taxa de eclosão larval dos ovos expostos ao LCC foi significativamente menor quando comparada ao controle. Nas armadilhas distribuídas nas residências ficou evidente que a atividade larvicida não está associada a efeito atrativo ou repulsivo sobre as fêmeas.

      Diante de uma problemática, o LCC apresentou-se com potencial efeito larvicida e ovicida frente aos mosquitos testados, sugerindo-o como produto promissor na pesquisa por novos inseticidas naturais. Com a relevância da pesquisa, mais estudos devem ser realizados a fim de verificar possível toxicidade do líquido para outros animais.


      Atendimento à imprensa

      Elena Saggio (elena.saggio@lsitec.org.br) pelo celular (11) 98111-4487

      Angela Trabbold (angela@academica.jor.br) pelos telefones (11) 5549-1863 / 5081-5237

  • proxima
Informações para a imprensa

Elena Saggio - elena@lsi.usp.br